quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Minha lista para 2013

Começar o dia agradecendo ao criador.


Adoro ganhar presentes e, melhor ainda, me dar presentes.

1. Pedir (Amor, Saúde, Sucesso, Realização profissional, Esperança...)
2. Acreditar
3. Receber



O primeiro lugar na lista dos dez melhores de 2012 é o Bugatti Veyron SuperSport, ao preço de 2,6 milhões dólares. É brinquedo não, mas até um fusquinha que andasse sem dar defeitos me faria feliz. Não ganhei a Ferrari do ano passado, mas esse Bugatti quem sabe?

SER "A EXECUTIVA". Não consegui o ano passado, mas 2013 promete.
 Deus no comando!







Fazer Pós-graduação em Administração Financeira e me recolocar profissionalmente

Brincos dos sonhos.... quanto mais, melhor. Amo brincos!
Sempre estou ganhando ou comprando algum. Bijoux também serve.
Ganhei e comprei ano passado... muito bom.,

Colar dos sonhos...este e muitos outros.
idem.
perfume dos sonhos... não necessariamente este. Sou alérgica aí é um problema, tenho que  testar antes.

Conhecer Dubai e outros países cuja história me fascina.
lindos sapatos...e roupas... Não consigo guardar, tenho que usar.
Compro e já imagino onde vou estrear.

Agradecer à Deus pelas conquistas alcançadas no dia que termina

Minhas conquistas em 2012

O que eu consegui realizar em 2012


Bem... a maior conquista de todas foi ter concluído minha graduação em Administração com um bom desempenho em quase todas as disciplinas , nas minhas contas (não sei se está correto) fiquei com IRA (índice de rendimento acadêmico) 9,3. Confesso que, exigente comigo que sou, não foi assim fechado com "chave de diamante", por que gosto mesmo é de um 10 bem redondinho, mas posso dizer que foi fechado com "chave de ouro" porque nem sempre meu cérebro estava aonde devia estar.


LAUREADA UHUUUUUUU média final 9,3 (sei fazer contas rsrsr)



Amei o curso, os quatro anos que passei na Unifacex, meus colegas, amigos, professores (alguns se tornaram mestres para mim). Cativei alguns, alguns me cativaram e nos tornamos responsáveis uns pelos outros, atitudes próprias de amigos.

Fonte da imagem: tocandoemfte.blogspot.com


A lista de agradecimento é tão grande quanto a torcida do Corínthians... Elegi dois para agradecer e estender aos demais: Deus e os Anjos de Luz.

Antes eu era uma técnica em Administração que lavava pratos, agora sou uma Administradora graduada pela Unifacex - Melhor conceito Enade Norte/Nordeste (5) que lava pratos. É não consegui meu objetivo que era o de me recolocar profissionalmente visto que não quero mais ser designer gráfico, mas valeu e "Deus tem algo profundo para comigo". Eu creio.

Deus obrigada por tanto zelo que tens arrumando e consertando o que sai dos trilhos e por colocares anjos no meu caminhar. Eternamente grata!

Minha segunda conquista foi parar de roer unhas (vício horrível). Acho que desde o ventre eu roía unhas. Parei algumas vezes (para casar, para ter meus filhos... afinal a vaidade de estar bela no casamento e o cuidado para não prejudicar meus filhos foram mais fortes que o vício). Como eu consegui??? Meu filho Paulo Buarque iniciou a vontade e eu pedi, durante a novena do Divino Pai Eterno pela Rede Vida, que Deus curasse esse mal em mim. Ele atendeu. Eu não conseguiria sozinha pois tentei várias vezes, #fato.

Minha terceira conquista foi poder fazer a cirurgia refrativa (LASIK) e curar minha miopia ... tudo na santa Paz de Deus, recuperação extraordinária como disse meu médico Dr. Jean Talvane do Hospital de Olhos. Super profissional. Obrigada à toda equipe. Só não recomendo para quem é muito vaidosa porque piora muito com a cirurgia. Estou miss... missintindo. rsrrsrsr

A quarta conquista foi ser Avô de 6 lindos cachorrinhos. Amei a experiência porque aprendi com minha Mel (mãe dos cachorrinhos) a ser muito mais mãe do que eu era. O que chamam de instinto eu chamo de providência divina. Muito lindo ver minha pequena maluquinha se tornar uma mãe zelosa, cuidadosa, que fez tudo sozinha, mantendo seus filhotes sob proteção, limpeza, bem alimentados e sob muito amor. Tão amorosa que depois de crescidos ela espera que a minha Zelda (único filhote que fiquei porque não podia criar todos, mesmo tendo doados a pessoas que amam animais, meu coração ficou apertado e chorei muito) se alimente primeiro para poder comer, mesmo a ração estando em pratinhos separados.

Valeu 2012... segundo a numerologia 2013 é o ano da Família... que coisa mais linda não???

Sigo em Paz e Feliz!


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Resumo ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA DE ORÇAMENTO


Resumo ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA DE ORÇAMENTO 
Capítulo 2 do Livro Orçamento Empresarial: novos conceitos e técnicas. Autores: PADOVEZE, C. L; TARANTO, F. C. Ed. Pearson, 2009.
Aluna: Célia Buarque


Os principais conceitos do processo de planejamento referem-se ao modelo orçamentário a ser adotado, aos princípios que a empresa incorpora ao sistema e aos tipos de elaboração e de condução do orçamento.

Os procedimentos têm a ver com as responsabilidades da controladoria e dos demais gestores, bem como com os sistemas de informação utilizados.

A responsabilidade pela condução do processo orçamentário é da controladoria porque ele deve ser estruturado com base no sistema de contabilidade geral ou de contabilidade societária, que também é de responsabilidade do “Controller”, como também a análise das variações se dá tomando como referência o valor orçado “versus” o valor realizado. Como o valor realizado é obtido no sistema de contabilidade geral, há a necessidade de otimização dos sistemas de informação, que também são de responsabilidade do “controller”. Dessa maneira não se recomenda que a responsabilidade do planejamento orçamentário fique sob a atividade de finanças.

É de fundamental importância a criação de um comitê orçamentário cuja função é explicitar e orientar a introdução das metas e dos objetivos estratégicos no plano orçamentário e seus membros deve ser da diretoria executiva.

De modo geral as atribuições do comitê incluem: 1 – rever e definir o modelo de processo orçamentário; 2 – consolidar o cronograma; 3 – selecionar o cenário a ser utilizado; 4 – explicitar os objetivos e as metas estratégicas; 5 – rever e definir os tipos de orçamento a serem utilizados; 6 – rever e definir os conceitos de orçamento a serem utilizados e 7 – definir as premissas gerais orçamentárias.

Existem duas abordagens básicas que tem como fundamento a efetiva participação dos gestores. Primeiro – quem faz a preparação das peças orçamentárias é a controladoria; Segundo – é mais participativo porque a elaboração é feita, primeiramente, por cada gestor, que a submete, em seguida, à Controladoria. Sendo que esse segundo é mais lento porque os gestores não conhecem as premissas gerais.

O orçamento precisa ser organizado pelas seguintes etapas: 1 – proposta de um cronograma de atividades para o processo orçamentário; 2 – instalação do comitê orçamentário; 3 – definição do modelo de processo orçamentário; 4 – definição das premissas gerais orçamentárias; 5 – revisão e definição dos sistemas de apoio e de elaboração dos orçamentos; 6 – revisão e definição dos relatórios de acompanhamento e 7 – revisão e definição da estrutura contábil a ser utilizada.

A controladoria é setor responsável pela organização do orçamento e pela condução do processo orçamentário e tem como missão ser a interface entre o comitê orçamentário e os demais gestores da empresa. Todo o processo orçamentário deve estar concluído antes do início do período que está sendo orçado, pelo menos um mês antes.

Fonte da imagem: blogs.diariodepernambuco.com.br


Os sistemas de informação poder ser classificados em sistemas de apoio, todos aqueles utilizados para gerar informação para o processo de elaboração das peças orçamentárias. Sistemas de cálculo e elaboração mais utilizados são o Excel (ERP´s – SAP, Datasul e Microsiga). Sistema de Controle e acompanhamento sempre terão como base o SI contábil, e isso porque é nele que estão os dados realizados, os quais deverão ser confrontados com os orçados. Procedimento de corte (encumbrance) que consiste em uma integração do sistema orçamentário com os sistemas operacionais, de tal modo que a realização de determinadas despesas só será possível se houver verba orçamentária no momento de sua requisição. Seu lado negativo é a perda de flexibilidade do sistema orçamentário.

Cenários e premissas representam o ele entre a estratégia e o orçamento. Após assumir determinado cenário é que o comitê orçamentário poderá elaborar as grandes linhas e números, as quais são denominadas premissas orçamentárias, que por sua vez, devem conter todos os dados que nortearão a maior parte das peças orçamentárias.

Com a posse e o conhecimento das premissas orçamentárias gerais, a controladoria e os gestores, levando em conta o modelo orçamentário adotado, podem dar início ao processo de elaboração inicial das peças orçamentárias.

Esquema geral do plano orçamentário: orçamento operacional; de investimentos; de financiamentos e projeção das demonstrações contábeis.


Resumo apresentado à disciplina de Administração Orçamentária, como parte de atividade avaliativa do 8º período.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Entrevista com novo talento do youtube Thesuubzero


Entrevista com novo talento do youtube Thesuubzero


1. O que levou você a se interessar por vídeos do youtube?
R: sempre gostei e achava legal os outros fazerem e quis fazer igual.




2. Como você aprendeu a fazer os vídeos?
R: com os tutoriais do youtube.




3. Qual a maior dificuldade que você encontrou?
R: encontrar programas bons e gratuitos para fazer os vídeos. Já que os pagos são extremamente caros.




4. Como foi a evolução do seu canal até agora?
No início eu divulgava pouco atingindo um público pequeno, depois aprendi como divulgar mais e a fazer os vídeos com profissionalismo o que me gerou maior tráfego.




5. Qual a primeira parceria que você conseguiu?
R: Primeiro foi um grupo chamado M.T.Y que eu precisei de 100 inscritos para participar. Depois foi a RPM uma network, do youtube, sendo que precisei ter 150 views por dia. A RPM é a terceira maior network do youtube. Um grande passo para o meu canal.




6. Qual o seu projeto para o canal em 2013.
R: focar em produzir um conteúdo cada vez melhor.




7. Fale um pouco sobre o seu perfil.
R: sou um garoto com 12 anos, autodidata, curioso por natureza e apaixonado por tecnologias e vídeos.




8. Qual o apoio que você recebeu para esse seu canal?
R: meus pais, que sempre me incentivaram e promoveram os meios para que eu pudesse progredir. Meus amigos que ajudavam a divulgar esse trabalho.




9. O que faz um canal crescer no youtube?
R: a qualidade de imagem, áudio, conteúdo além de um bom comentário.




10. Qual o seu público atual?
Pessoas entre 13 e 27 anos do Brasil e da Espanha.




11. Que dicas você deixaria para os iniciantes do Youtube?
Prezem o conteúdo que deve ser original, sem copyright e mantenham uma frequência de vídeos regular.





Canal do entrevistado : Thesuubzero no Youtube



Twitter: Thesuubzero




facebook: Thesuubzero

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Resumo do Artigo MARK UP CORRETO CONTRIBUI PARA O SUCESSO DO NEGÓCIO


Resumo do Artigo MARK UP CORRETO CONTRIBUI PARA O SUCESSO DO NEGÓCIO
Fonte: Suplemento Mensal Ponto de Venda disponível em: http://www.fesppr.br/~sandro/custos/pdv_markup.pdf
Resumo elaborado por Célia Buarque



Mark up (marcar para cima) é a análise da formação de seu preço de venda, um fator determinante para a sobrevivência de qualquer empreendimento. Essa análise é essencial para a segurança corporativa, pois define se um negócio é lucrativo ou não.

O preço deve ser “justo”, cobrir todos os custos e gerar lucro líquido. “Para calcular corretamente este valor deve-se levar em conta aspectos como preços das mercadorias a serem revendidas, despesas variáveis, despesas fixas e a margem positiva desejada”, ensina Rosendo de Souza Jr. Especialista do SEBRAE.

Fonte: guarapua.blogspot.com

A utilização de um número “mágico” sem ser baseado em análise pode levar a valores irreais, quer seja muito alto, que o cliente denomina de caro, quer seja muito baixo, que faz o cliente questionar a qualidade.


Para se avaliar se o preço vigente é compatível além da utilização do Mark Up é necessário avaliar se o preço está compatível com o praticado pela concorrência e quanto o consumidor está disposto a pagar pelo produto.




Os erros mais comuns na hora de estipular o preço final é considerar percentuais que não incidam sobre as vendas, introduzir taxa de juros para venda à vista (elevando os preços).É preciso atentar para a hora certa de variação dos preços, para isso é bom ficar de olho no mercado.




O Preço não pode ser visto como lucratividade sem adotar a política correta para atingir o volume necessário em vendas para cobrir os gastos, no mínimo. Todo empreendedor tem a obrigação de ouvir o mercado. Além do preço o cliente quer valor e muitas vezes estão dispostos a pagar mais por esse “valor agregado”.




Ao definir Mark Up é necessário incluir os impostos, o lucro e outros percentuais que incidem sobre o preço de venda. Faz parte: custo dos produtos, das mercadorias ou serviços, despesas variáveis, despesas fixas e a margem de lucro líquida desejada.




Objetivos na fixação do preço: Penetração de Mercado; Pronta Recuperação de Caixa; Promover linha de produtos; Maximizar o lucro, combater a concorrência.




Existe a fórmula Mark Up divisor e o multiplicador. O primeiro divide-se o custo da mercadoria pelo Mark Up divisor, o segundo divide-se 1 pelo Mark Up divisor e multiplica-se pelo custo da mercadoria.




Os prejuízos do cálculo errado para preço abaixo do real diminuem os lucros; acima, dificulta as vendas, fabricar produtos que dão pouco lucro gera má alocação de recursos; esforço de venda não orientado para produtos mais lucrativos; dificuldades para identificar e fixar as ações para redução de despesas, levando ao aumento de custos e despesas além do necessário.

Resumo apresentado à disciplina de Administração Orçamentária – 8º Período (2012.2), do curso de Administração da UNIFACEX, como parte de atividade avaliativa para composição da nota geral.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Resenha do artigo A CONTRIBUIÇÃO DA VISÃO BASEADA EM RECURSOS PARA A PESQUISA EM CONTABILIDADE GERENCIAL: UMA ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA


Resenha do artigo A CONTRIBUIÇÃO DA VISÃO BASEADA EM RECURSOS PARA A PESQUISA EM CONTABILIDADE GERENCIAL: UMA ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA, dos autores: JÚNIOR, A. F. S; ALCADE, a. E costa, R. P. Resenha elaborada por Célia Buarque

A teoria da visão baseada em recursos (RBV) de Barney (1991), que busca explicar que as diferenças de rentabilidade sustentadas por um longo período de tempo não podem ser imputadas ao ambiente externo da organização (PETERAF, 1993), atribuindo estas diferenças aos recursos possuídos pela firma (PETERAF e BARNEY, 2003).
Segundo os autores a RBV tem sido empregada de forma fragmentada e pouco sistemática na pesquisa em contabilidade gerencial. Material escasso na forma direta, mas em grande quantidade de modo genérico.
A base da análise bibliométrica foi a ProQuest e visa responder as seguintes perguntas: Que tipo de contribuição a RBV pode trazer para a pesquisa em contabilidade gerencial? Quais são os destaques da RBV no cenário mundial (Instituições, Países e Autores)?
A revisão da literatura aponta o trabalho de Penrose (1959) como sendo à base da abordagem teórica da RBV. Eles argumentam que o crescimento e o sucesso das firmas dependem do acesso e do uso efetivo de recursos heterogêneos e únicos, divididos em três categorias, a saber: - Capital físico; - Capital humano e – Capital organizacional.
Barney (1991) ressalta que a fonte de vantagem competitiva sustentável de uma empresa está pautada, principalmente, na heterogeneidade e na imobilidade de seus recursos, desta forma eles precisam ser: valiosos; raros e não disponíveis; imperfeitamente imitáveis e não substituíveis.
As críticas sobre a construção teórica da RBV são: Existência de definições imprecisas do que vem a ser recurso, entre outras. Nesse ponto a afirmação de que ter recursos com as características acima descritas, forçosamente geraria uma vantagem competitiva é questionável, outra que o foco é muito baseado em análise de recursos individuais de forma estática, sem levar em conta mercados mais dinâmicos (contingenciais).
Vários autores defendem que a RBV (recursos) e a MBV (mercado) se completam e não se contrapõem.
A contabilidade gerencial refere-se ao conjunto de práticas tais como orçamento e custeamento de produtos. De acordo com Hansen e Mowen (1997) ela constitui uma parte do sistema contábil que se dedica às informações destinadas aos usuários internos da organização. Conforme a pesquisa os dados apontam que os temas mais proeminentes que tem como base a RBV foram “planejamento estratégico” e “contabilidade gerencial”. Wernerfelt (1984) considera como uma “ferramenta econômica” usada para determinar os “recursos estratégicos”, disponíveis para uma empresa.
Figura 1: Estágios Evolutivos da Contabilidade Gerencial
FONTE: Padoveze (2004) in blog do Henrique Melo

A maior contribuição de produção científica em RBV vem da América do Norte (EUA) e o principal nome é Jay Barney (Pesquisador vinculado a uma universidade americana). Quanto aos periódicos de publicação está o Strategic Management Journal, que contém artigos relevantes para uma ampla área de gerenciamento estratégico.
Pode-se concluir que o desempenho organizacional é um dos objetos de estudo de ambas as correntes de pensamento. A RBV com ênfase no desempenho das firmas e a Contabilidade Gerencial com o principal objetivo de mensurar o desempenho organizacional. Sendo assim uma serve de ferramenta para alcançar (medir) os objetivos da outra.
Embora pareçam visualizar muito o ambiente interno e seus recursos servem como norte para administradores buscarem um diferencial pelo bom uso deles, porém é necessário que se leve em consideração os fatores contingenciais e o macroambiente, nem tão fáceis de serem avaliados.


Resenha apresentada como atividade da Base de Pesquisa do Programa de Iniciação Científica (PROIC) Unifacex. 2012.2.

Resenha do artigo VANTAGEM COMPETITIVA NA VISÃO BASEADA EM RECURSOS


Resenha do artigo VANTAGEM COMPETITIVA NA VISÃO BASEADA EM RECURSOS cujo Autores são: CARVALHO, L. F e GRZEBIELUCKAS, C. Resenha elaborada por Célia Buarque.

Trata da conceituação e do histórico da RBV. A proposição central da RBV é que a fonte da vantagem competitiva encontra-se, primariamente, nos recursos e competências desenvolvidas e controladas pelas empresas e, secundariamente, na estrutura das indústrias nos quais elas se posicionam (WERNERFELT, 1984; PETERAF, 1993).
A ideia de que as diferenças qualitativas das firmas possam ser atribuídas a recursos específicos representa, também, uma ruptura com o preceito porteriano que atribui a diferença entre elas a fatores externos. Como seu posicionamento dentro da indústria.
Wernerfett (1984), em seu artigo, faz um paralelo entre a visão tradicional baseada em produtos (PORTER) e a visão baseada em recursos (PENROSE), mostrando que, nesse caso novas perspectivas estratégicas podem ser visualizadas, principalmente para firmas que pretendam diversificar suas atividades em outros mercados.
A partir da década de 90, com o desenvolvimento da RBV, Barney (1991), afirma que uma empresa possui vantagem competitiva sustentável quando é implementada uma estratégia de criação de valor que ainda não foi praticada por nenhum dos seus concorrentes atuais ou potenciais e, quando essas firmas são incapazes de duplicar os benefícios desta estratégia.
Fonte: Sielo.br

Wernerfelt (1984) define como recursos de uma firma todos os ativos tangíveis e intangíveis e que a ideia de explorar somente um recurso é considerada vulnerável na proteção das forças simultâneas do mercado. A gestão estratégica, apoiada na RBV, assume que o ambiente é dinâmico e potencialmente instável. Justamente em função da concorrência entre as empresas e dos processos de inovação que estas se veem obrigadas a conduzir. Uma forma de identificar os recursos intangíveis poderia ser na denominação do que seja uma rotina (padrão que a organização segue repetidamente para execução de um dado processo organizacional, isto é, uma habilidade da organização).
Ao longo de sua história, a empresa acumula conhecimento e desenvolve heurísticas que se institucionalizam nas rotinas da empresa, abreviando cognitivamente futuras decisões. Por outro lado, nem todas as capacidades de uma firma têm natureza semelhante. Teece, Pisano e Shuen (1997) propuseram a abordagem das capacidades dinâmicas que pode ser definida como a habilidade de alcançar novas formas de vantagens competitivas – Dinâmicas: habilidade de renovar competências e Capacidades: adaptar-se de forma apropriada. Então, capacidades dinâmicas são como ativos chave da empresa e refletem a criatividade da organização em obter formas novas e inovadoras que conduzam a uma situação de vantagem competitiva, tendo em conta dependências passadas e a sua posição face ao mercado.
Dentro da RBV uma ênfase que também deve ser dada, refere-se ao processo de desenvolvimento interno dos recursos, o qual Diericky e Cool (1989) denominam por acumulação – recurso não negociáveis que são desenvolvidos e acumulados pela firma. Esses recursos protegem contra a imitação porque possuem dimensões tácitas e são socialmente complexos, eles surgem dos conhecimentos e aprendizagem da organização.
Percebe-se que para manter as vantagens competitivas as empresas precisam ter e manter em constante inovação seus recursos, sejam tangíveis ou não. Uma tarefa nada fácil que requer um acompanhamento e adaptação constante às mudanças e aos desafios. E que, também, as diferentes teorias trazem vantagens e desvantagens e que é preciso adaptá-las a realidade de cada empresa para assim ver com mais clareza, a que melhor se adéqua.

Resenha apresentada como atividade da Base de Pesquisa do Programa de Iniciação Científica (PROIC) Unifacex. 2012.2.

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