terça-feira, 8 de março de 2016

PELO DIREITO DE EDUCAR MEUS FILHOS! - DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Até que ponto nós Mães Brasileiras podemos comemorar? Desandado que está nosso país, quer seja de cunho político ou econômico e descampando para o cunho moral, onde grupos se acham no direito de doutrinar nossos filhos em nome de uma "defesa de minorias"? que, embora mereçam nosso respeito, não nos podem roubar o direito a, também, sermos respeitados. Onde escolas se acham acima da lei e descumprem o que determinou o Congresso Nacional, a Câmara Municipal de Natal, a Convenção Americana de Direitos Humanos, o Código Civil, a Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional e até a Constituição Federal? Até que ponto chegaremos com essa manobra nojenta de querer impor a pornografia generalizada. Vitimando crianças e jovens? O prazer a qualquer custo? Mesmo que seja crime como é o caso da Pedofilia? Querem nos transformar em uma Suécia? onde jovens se suicidam por não terem base alguma? Por não saberem o que são? Preferências sexuais não é, necessariamente, promiscuidade. Quão vítimas seremos? Independente de homo ou heteros? Como não levar a sério as consequências danosas que causarão em nossos jovens? Qual a maturidade que eles têm de discernir o que é instrução de doutrinamento? Qual a base científica? Qual a base jurídica? Para esse "ensinamento". Qual a capacidade técnica dos professores em saber transmitir esse conteúdo sem imprimir suas ideologias? Qual o possível constrangimento que ambos (professores e alunos) possam estar sendo submetidos? Cabe a família EDUCAR e a escola INSTRUIR (transmitir o conhecimento de forma científica, e não tendenciosa e até constrangedora).
Modismo? Teste? Sem nos dá, mesmo previsto em lei, o direito das famílias opinarem, escolherem, decidirem o que querem para seus filhos? Estão acima da Lei? Federal, Municipal e até Internacional? Estão acima do Estatuto da Criança e do Adolescente? Até que ponto o direito de uns podem sobrepor, e até proibir, o direito de outros? É proibido discordar? Somos seres pensantes, ou nos consideram tão ignorantes que não enxergamos à manobra que está por trás dessa "bandeira em defesa da diversidade"? O que fazer, ou a quem recorrer, quando nos sentimos encurralada com essas atitudes? Alguém pode dizer? É correto transmitir em sala de aula ou incentivar adolescentes a assistirem filmes de natureza questionável sem nenhuma base científica e/ou legal? Produzidos por qualquer pessoa? Sem nenhum critério? Sem classificação etária adequada? Grito hoje pela garantia da liberdade e do direito de educar meus filhos. Já que cabe a mim o ônus de arcar civilmente pelos seus atos. Célia Buarque Mulher e Mãe aflita com o esse caos instalado em nosso Amado Brasil!

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